19.6.11

companheiros de guerra

Quando me diziam que os amigos verdadeiros poderiam ser contados nos dedos da mão eu achava um exagero, algo dito por pessoas solitárias e pessimistas, que não entendiam o que era mesmo amizade. Hoje vejo que aquelas pessoas estavam certas e que, se pensarmos nos amigos verdadeiros, os dedos das mãos já são suficientes. Tenho certeza que poucas pessoas tem amigos acolhedores, que se preocupam com o bem estar do outro e que ajudam-se em todos os momentos. Acho ainda que muita gente gostaria de ter amigos com quem pudessem contar qualquer coisa e serem ouvidas, que pudessem pedir conselhos, trocar experiências e compartilhar momentos agradáveis, divertidos, sem nenhum conflito ou estresse. Amigos verdadeiros mesmo, daqueles que revelam o que pensam uns aos outros pois sabem que a sinceridade é importante para fortalecer as amizades e porque sabem que existe confiança entre si. Pois é, são poucas as pessoas que tem este tipo de amigos mas eu, felizmente, não sou uma delas. Uma de minhas mãos já está preenchida.

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